Primeiros passos – sapatinhos, sapatilhas e afins!

Comprar sapatos é com a gente mesmo! Já é confirmado que é um das paixões das mulheres! Só não achei que seria uma tarefa difícil quando fosse comprar para minha pequena. Comecei pelo belo, o que combina com o look, um para dia frio, dia de calor, praia, cidade, aniversário, almoço na avó… ahah brincadeira, mas não falta vontade, né? Tantas cores e modelos lindos. Mas aí vem aquele momento que você pega o sapato na mão e sente que é pesado demais, o outro não é flexível, você olha para o pezinho da sua princesinha e descarta tudo.

Quando começamos a pesquisar fornecedores para nosso site, os primeiros quesitos que nomeados como regras foram qualidade e conforto. Nós, mães queremos nossos pequeninos bem vestidos, lindos, mas queremos também que eles se divirtam e aproveitem o melhor da infância. A escolha do calçado necessita de uma atenção especial já que os pés são a sustentação do corpo. Um calçado ruim pode a longo prazo causar sobrecarga nos joelhos e coluna, como menciona o ortopedista Marco Aurélio Neves, do Hospital São Camilo (SP) em entrevista para a revista Crescer (link no final da matéria).

Pensando nessas preocupações acrescentamos ao portfólio da MQT a Gambo Premium Shoes, uma marca presente no mercado há mais de 30 anos e que produz modelos pensados para cada fase das crianças. Todos os modelos são confeccionados à mão, em um processo 100% artesanal. Veja abaixo, além de lindos contam com detalhes importantes:

Recém-nascido:

Os sapatinhos para recém-nascido são produzidos somente em couros selecionados e super macios. Modelo que realça a percepção da naturalidade do couro, sua flexibilidade, maciez e conforto. Nas numerações do n.13 ao n.16 o solado é em couro para manter o calçado ainda mais leve.

Sapatilha New Born Rosa Fadagb_0001Primeiros Passos:

Para garantir maior conforto para os bebês o modelo foi desenvolvido com elástico no calcanhar que facilita o calçar e o ajuste ao pezinho e os cadarços foram substituídos por elásticos que evitam o risco de tropeços e quedas. O tênis tem ainda forração interna e palmilha que permitem a absorção do suor deixando os pés sempre sequinhos. Para as numerações do 17 ao 19, o solado é bipartido, emborrachado e antiderrapante para garantir maior segurança nos primeiros passos do bebê. Nas numerações do 20 ao 22 o solado é inteiriço, também emborrachado e antiderrapante pensado na necessidade dos bebês maiores que já andam e até correm.

Tênis Douradogb_0003

Para os maiorzinhos

Os formatos acompanham o desenho dos pés da criança, como a sapatilha abaixo. Além de todos os detalhes aplicados nos modelos já citados, como elástico no calcanhar que facilita o calçar, a forração interna, palmilha que permitem a absorção do suor, solado emborrachado, antiderrapante e cadarço de elástico para segurança.

Sapatilha Princess Strassgb_0005

Tabela de Tamanho para as mamães se orientarem:

tabela-de-medidas-2 tabela-de-medidas-1

Para finalizar, segue um trecho da entrevista do ortopedista Marco Aurélio Neves, sobre andar descalço, algo que eu amo, eu ando e minha pequena também e achei legal registrar para vocês:

“Andar descalço.

Muitos pais não gostam que a criança ande descalça. O especialista defende justamente o contrário. O contato com vários tipos de solo – gelado, quente, de terra, com grama – é um ótimo exercício para a sensibilidade da criança, já que os pés são cheios de pontos sensíveis. Sentir as diferenças de temperatura e textura dos locais onde pisa pode ser um exercício de autoconhecimento também, já que a criança começa a descobrir o que gosta ou não gosta de sentir. Mas atenção: antes de sair arrancando os sapatos do seu filho, sinta o espaço por aonde ele vai andar. Veja se está muito quente do sol, se tem espinhos (em caso de grama) ou se há vestígios de cacos de vidro.”

http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Moda/noticia/2014/01/como-escolher-o-sapato-certo-para-o-seu-filho.html

Beijos,

By Priscila Bueno

Mãe de Dois

Quando descobri a maternidade, tinha certeza que não queria somente um filho. Algo dentro de mim dizia que uma companhia para o Murilo seria a melhor coisa, não só pra ele mas pra toda a família.

Ao completar 1 ano de idade, soubemos que nosso primogênito teria um outro irmão(ã), o que não tínhamos como prever, era o que se desenrolaria naqueles dois meses seguintes. Fomos então surpreendidos por uma gravidez ectópica (esse é um outro assunto que conto depois) que não seguiu a diante.

Após 1 ano quietinhos, decidimos então que era hora de seguir em frente e fazer a família continuar crescendo. Depois de muitas tentativas, em 6 meses descobrimos que a cegonha nos visitaria mais uma vez e eu tinha certeza (como na primeira) que seria outro garotinho.

Bom, o Miguel estava à caminho e o único sentimento que estava certo dentro de mim é que ele seria tão amado quanto o Murilo. Mas a cabeça de mãe vai longe, não? Será que vou dar conta de dois? Será que eles vão se dar bem? Será que estou fazendo certo com o primeiro e farei também com o segundo?

Passamos uma boa parte da gravidez imaginando como seria o rostinho do bebê, com quem iria se parecer, se teria toda a saúde que esperamos, mas em uma certa altura do campeonato minha preocupação mudou. Pensava sem parar não no Miguel, que estava por chegar, mas sim no Murilo que teria sua vida, até então de filho único e, com toda atenção só pra ele, dividida com outro pequeno ser, qual ocuparia espaço na sua casa e no meu colo.

Como eu poderia fazer para suprir a necessidade dos dois, um querendo o colo que o outro ocupava mamando, um querendo brincar enquanto o outro chorava de cólica? O que me aliviou nesse processo, foi perceber que sim, havia criado o primeiro tão bem, de uma forma tão amorosa e carinhosa que o lugar do ciúmes foi ocupado por amor.

Foi então que percebi, que tudo o que fazemos é sempre suficiente! Se você acha que erra daí, eu também acho que erro daqui, mas tenho uma certeza absoluta, sou a melhor mãe que meus filhos poderiam ter! E eles? São os melhores irmãos, um para o outro, de uma maneira que eu nem poderia imaginar.

post-21_09_16

Beijos e até a próxima!

By Araceli Thomaz

Brincar, o bem necessário!

Eu já trabalhei longos períodos com produtos voltados para o universo infantil, o que me encantou como podem perceber (rs). No primeiro momento na área de alimentos seguido pelo universo de brinquedos e por fim, cosméticos. Grandes momentos com grandes marcas e muito aprendizado. No meio desse percurso engravidei e meu trabalho ganhou outro sentido, se tornando também um campo de pesquisa pessoal.

Quando trabalhei com brinquedos pude conhecer de perto profissionais altamente qualificados que relacionavam todos os brinquedos e formas de brincar como componentes importantes para o desenvolvimento cognitivo, motor e social do bebê e da criança. Pude entender a necessidade do brincar e como nós mães e pais, devemos participar ativamente de cada fase do bebê e da criança proporcionando ferramentas adequadas que os ajudem no seu desenvolvimento. E da melhor maneira possível, brincando!

Brincar post_blog

Uma das profissionais que amei conhecer e acredito que muitas mães já conheçam é a Teresa Ruas, terapeuta ocupacional especializada em desenvolvimento infantil que menciona perfeitamente os brinquedos e brincadeiras que ajudam a estimular da melhor maneira cada fase do bebê, veja abaixo:

Recém-nascidos até 3 meses – Só focalizam um objeto a uma distância de 20 a 25cm. Porém agita-se a ouvir sons agudos e fica mais quieto com sons graves. Por conta disso o interesse por objetos musicais, como o móbile. Faça também diferentes sons com a boca e faça muita careca para chamar a atenção seu bebê para seu rosto.

4 a 8 meses – O bebê vê perfeitamente bem os objetos e consegue pegá-los e levar até a boca. Os sons continuam o estimulando, por conta isso batem um objeto no outro. O chocalho é uma ótima opção, além do som, o bebê vai levá-lo de uma mão a outra e podem entretê-los por longo período ajudando-o no desenvolvimento motor.

8 a 18 meses – Nesta fase o bebê tem maior controle sobre seus movimentos e sons que emite. Ele está ainda mais animado com suas descobertas, ótimo momento para brinquedos como cubos para empilhar, potes para encaixar, brinquedos com corda para puxar, instrumentos musicais e brinquedos com botões que apertados emitem diferentes sons.

18 a 36 meses – O andar eleva ainda mais a curiosidade e o bebê quer ir além e fazer tudo sozinho. Bolas de diferentes tamanhos, brinquedos de encaixe, potes de empilhar, livros musicais, bonecas, carrinhos e telefones chamam ainda mais sua atenção e são itens importantes para o desenvolvimento. Neste momento seu vocabulário aumenta para 200 palavras, por conta disso, precisa de brinquedos e brincadeiras de faz de conta, já que esse universo é uma das principais formas de autodescobertas, ajudando na percepção de seus limites e de suas possibilidades.

3 a 6 anos – Período que a criança usa a imaginação e gosta de utilizar apetrechos e roupas para fingir ser algum personagem. As primeiras amizades nascem e a criança passa a entender os sentimentos das outras pessoas. Com boa coordenação já é possível iniciar a pratica de esportes, além de atividades como andar de patins e dançar. É interessante apresentar, quebra-cabeça, brinquedos de encaixe mais desafiantes, jogos para associar números, cores e frutas, jogos com regras simples para desenvolver o comportamento em grupo, brinquedos para explorar a simbolização e a imaginação (trem, avião, princesas, bonecos ou carros) e, claro, livros infantis.

“O brinquedo funciona como uma ponte entre aquilo que é desconhecido para o que é conhecido”, Teresa Ruas.

Teresa Ruas tem uma coluna no site Mundo Gloob, o link a seguir te leva até um belo texto sobre a importância da participação dos pais nas brincadeiras: http://mundogloob.globo.com/area-dos-pais/materias/importancia-de-brincar.htm

Quem quiser acompanhar de perto Teresa Ruas acesse o site: http://teteruas.blogspot.com.br/

Beijos e até mais!

By Priscila Bueno